quinta-feira, 30 de julho de 2015

Flu de Feira apresenta goleiro e atacante para a Copa Estado


O Fluminense de Feira segue se reforçando para a Copa Governador do Estado, que deve começar na segunda quinzena do próximo mês de setembro. Ontem foram apresentados o experiente goleiro Jair, que estava no Anápolis/GO e o jovem atacante Filipe, que defendeu o Galícia no Campeonato Baiano. Ambos assinaram contrato e ficam em principio até o final do ano.

Filipe Santos Oliveira tem 24 anos e jogou o último Campeonato Baiano pelo Galícia. Natural de Salvador, ele passou nas divisões de base do Bahia e do Vitória e ainda como jogador de base foi para o Estado de São Paulo, onde se profissionalizou na Portuguesa Santista. Depois, ele defendeu o Sertãozinho/SP e este ano veio para o Galícia. É um jogador de velocidade, que chega para suprir a lacuna deixada com a saída de Marcelo Pano, que retornou ao Bahia de Feira.

EXPERIÊNCIA

Jair Neillon da Silva tem uma história de quase 20 anos no futebol. Começou em 1996, na Catuense, onde permaneceu até 98, quando se transferiu para o Corinthians/AL. Depois de cinco anos saiu para o CRB em 2003, onde ficou por um ano. No futebol alagoano ainda jogou no Ipanema e Coruripe; Em 2007 voltou a Bahia para defender o Feirense na 2ª divisão e sagrou-se campeão baiano. No ano de 2008 teve rápida passagem pelo Flu de Feira e logo em seguida defendeu o Boa Esporte.

No ano de 2009, Jair voltou ao Fluminense onde foi titular no time comandado tecnicamente por Nazareno Silva, que foi terceiro colocado no Campeonato Baiano. No mesmo ano, transferiu-se para o Bahia de Feira, onde foi campeão invicto do Campeonato Baiano da 2ª divisão. Jogou no Alecrim em 2010 e no ano seguinte voltou ao Bahia de Feira onde conquistou o inédito título estadual. Valorizado foi contratado pelo Bahia da capital, mas sem muitas oportunidades acabou deixando o Esquadrão de Aço.

Depois jogou no Joinville/SC em 2012, voltou ao Bahia de Feira em 2013 e no mesmo ano ainda jogou no Águia Marabá/PA. Ano passado jogou no Anápolis/GO e Jacuipense no Campeonato Brasileiro D. Este ano voltou ao Anápolis onde ajudou o time a subir para a 1ª divisão do futebol goiano. Ele ainda conta no currículo o fato de ter sido eleito três vezes consecutivas como o melhor goleiro do campeonato baiano.

Biblioteca Municipal terá processos informatizados


A Biblioteca Municipal Arnold Silva está aposentando o processo manual para a requisição de livros. A busca através das velhas fichas vai ser substituída pelo “click” que libera a informação em segundos.

“É imprescindível que a nossa biblioteca acompanhe a evolução das tecnologias para contribuir da maneira mais atualizada possível, com o fomento da leitura e da atitude crítica”, acentua Luciana Nascimento, que assumiu recentemente a chefia da Divisão de Bibliotecas do Município.

A maior biblioteca escolar municipal do estado e única da Bahia que funciona de domingo a domingo é um dos equipamentos da Fundação Cultural Egberto Costa. O presidente da FUNTITEC, Antônio Carlos Coelho, destaca o apoio do prefeito José Ronaldo, que autorizou o início do processo de informatização do acervo da tradicional biblioteca feirense, com o objetivo não só de agilizar as pesquisas.

“Nós queremos aumentar a eficiência dos serviços oferecidos gratuitamente aos alunos da rede municipal de ensino e ao público em geral, dando maior precisão na busca e recuperação da informação”, destaca o presidente Carlos Coelho.

Pelas características do serviço, a informatização da Biblioteca Arnold Silva é um processo bastante complexo devido à enorme quantidade de livros - mais de 15 mil - que serão catalogados digitalmente e também por conta da variedade das informações a serem tratadas e dispostas para acesso e uso.

TREINAMENTO

“O primeiro passo foi dado com a escolha de um software capaz de atender o projeto com vantagens na relação custo/benefício”, explica Luciana. Os servidores que vão cuidar da tarefa de catalogar o acervo digitalmente já estão participando de treinamento e capacitação em informática no Polo Digital da própria biblioteca.

O próximo passo é o cumprimento efetivo do projeto, cujo roteiro tem duração prevista de dois anos para ser concluído. A leitura técnica dos livros e a separação de acordo com os títulos e cada tipo de assunto, já foram iniciadas.  

Registrados mais de 94 mil casos de dengue, zika e chikungunya


A Bahia registrou 94.723 casos suspeitos de dengue, chukungunya e zika na Bahia até o fim de julho deste ano, conforme dados da Secretaria de Saúde (Sesab), que foram divulgados nesta quarta-feira (29). Do total, a maior parte é de dengue, que tem 50.896 casos suspeitos, seguida da zika, com 34.518 notificações. A chikungunya aparece com 9.312. As doenças são consideradas epidêmicas no estado, principalmente nas regiões centro-leste e leste.

A Sesab informou que o risco da pessoa adquirir a doença foi elevado de forma progressiva entre os meses de janeiro e abril para dengue, com 336 casos para cada 100 mil habitantes. No caso da zika e chikungunya, a incidência ficou mais forte a partir de março, com 200 casos para cada 100 mil habitantes e 61 mil para cada 100 mil, respectivamente.

O número de casos de dengue cresceu 179% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram identificados 18.220 notificações. Dos 417 cidades baianas, 371 tiveram alguma ocorrência da dengue registrada na Vigilância Epidemiológica, com destaques para Itabuna (5.817), Ilhéus (5.106), Salvador (3.662), Luis Eduardo Magalhães (2.523), Feira de Santana (2.075), Jequié (1.963), Simões Filho (1.598), Arací (1.177), Serrinha (1.000) e Barra (953), que concentram 50,84% dos casos.

Desse total, a Sesab informou que foram confirmados, na Bahia, 12 casos de dengue com sinais de alarme e 19 casos graves. Deles, nove pessoas morreram. Sobre a chikungunya, segundo a Sesab, 13 municípios têm mais propensão à transmissão espontânea da doença, são eles Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, Baixa Grande, Ribeira do Pombal, Amélia Rodrigues, Valente, Camaçari, Salvador, Simões Filho, Capela do Alto Alegre, Ipirá, Nova Fátima e Pé de Serra.

Mais casos de chikungunya foram registrados em outras cidades, porém mantendo relação com Feira de Santana ou Riachão do Jacuípe, a exemplo de Alagoinhas, Brejões, Cachoeira, Conceição do Coité, Irecê e Santa Bárbara. Outros municípios que têm casos confirmados e permanecem em investigação quanto ao local provável de infecção: Cansanção, Gavião, Lauro de Freitas, Pintadas, Serrinha, Ichu, Retirolândia, Santaluz, Una, Banzaê, Cruz das Almas, Mata de São João e Ponto Novo.

A zika foi observada em 199 cidades, com maior número em Salvador (44,16%), Camaçarí (15,90%), Jequié (3,63%) e Porto Seguro (3,11%), que reúnem 82% dos casos. De acordo com a Sesab, do total de 34.518 notificações, a maior parte ocorreu em pessoas com idades entre 20 e 39 anos.

Além dessas, o estado está em alerta também por conta da síndrome de Guillain-Barré (SGB), que pode causar alterações neurológicas com pacientes que contraíram a zika. Sobre a síndrome, a Bahia registrou 115 casos até o dia 23 de julho, sendo que 53 tiveram a doença confirmada, 24 descartadas e 32 ainda permanecem em investigação.

Empresa Azul cancela voo e deixa passageiros indignados

Passageiros que aguardavam o voo das 15h50 de quarta-feira (29) no aeroporto João Durval Carneiro, em Feira de Santana, ficaram indignados com a notícia inicialmente de que não foi possível o avião pousar no horário determinado, mas que os passageiros poderiam embarcar em outro voo das 17h20. Por fim, todos ficaram surpresos com a notícia de que o voo foi cancelado. Homens, mulheres e crianças ficaram de meio-dia até as 18h aguardando uma solução.
Um dos passageiros que viajaria nesse voo com destino a Confins, Belo Horizonte, era o presidente da Câmara de Vereadores de Feira de Santana, Reinaldo Miranda (Ronny). “A revolta é geral. Estamos todos insatisfeitos, pois temos compromissos, agenda, programas e infelizmente chegamos a esse aeroporto e perdemos o voo”, disse.
De acordo com o presidente da Câmara, essa foi a terceira vez que ele viu voos serem cancelados no Aeroporto João Durval. Segundo ele, a primeira vez que isso ocorreu foi no voo inaugural, em que o comandante do avião informou que o pouso seria em Salvador e não em Feira.
Segundo Ronny, desta vez alegaram falta de condições de pouso, mas ele não concorda com isso. “Tudo indica que dava para pousar, já que não estava chovendo, mas infelizmente ficamos revoltados com essa atitude da empresa Azul”, afirmou.
A cabeleireira Joelma Fernandes Santos veio da cidade de Cansanção e comprou a passagem para o voo das 15h50. Ela estava inconformada com o cancelamento do voo. “Eu viajei de avião para a Bahia no dia 1º deste mês e foi tudo bem para chegar, mas agora para voltar está uma porcaria. Quero saber o que eles vão fazer e que dia vou viajar. Quero ir embora”, reclamou.
A dona de casa Iolanda Sobrinho, que está operada da coluna, ficou indignada com a atitude da empresa Azul Linhas Aéreas em ter cancelado o voo. Ela também veio da cidade de Cansanção e chegou ao meio-dia no aeroporto de Feira. “Estou até agora sem almoçar, com pinos na coluna, sentada, mas de forma desconfortável. Aqui ainda não tem estrutura e essa é a última vez que com vida e saúde eu venho a esse aeroporto de Feira de Santana”, protestou.
Ela estava tão insatisfeita com a estrutura do aeroporto e com a notícia do cancelamento do voo, que disse que preferiria estar dentro de um ônibus. “Aqui não tem lugar pra almoçar, não tem lugar pra nada. Eles demoraram muito para nos dar uma resposta. Já que o voo foi cancelado, tinham que ter mandado um ônibus para nos levar para Salvador e a gente pegar outro voo. Quero dormir e jantar em hotel por conta da empresa Azul”, afirmou.
No meio da tarde havia uma possibilidade de que as pessoas viajariam no voo das 17h20, mas por volta das 18h chegou a informação final de que o voo realmente foi cancelado.
O deputado estadual e líder do governo, Zé Neto, informou que alguns passageiros serão relocados de ônibus para Salvador e quem preferir poderá remarcar as passagens. De acordo com ele, o avião não pôde pousar em Feira, devido a problemas técnicos. “A situação foi meramente técnica, como ocorre em qualquer lugar do mundo. Não há nenhuma situação fora do padrão que diz respeito à segurança”, afirmou.

Expofeira: Secretaria inscreve para licitação até sexta



Os interessados em explorar comercialmente as áreas destinadas às churrascarias, alimentos, lanches, traillers, barracas de bebidas, lances e coquetel – tanto na área da exposição como na dos shows, durante a XXXX Expofeira, devem se inscrever no Certificado de Registro Cadastral, para participar da licitação. O prazo vai até a próxima sexta-feira (31).

A Exposição Agropecuária de Feira de Santana acontece de 6 a 13 de Setembro, no Parque de Exposição João Martins da Silva. A licitação para as barracas da Expofeira vai ser realizada pela primeira vez.

Os interessados devem se dirigir à Secretaria de Agricultura, sediada no primeiro andar do Paço Maria Quitéria – sede do governo municipal, com cópia e fotocópias da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência, das 9h às 12h e das 14h às 17h.

As barracas padronizadas têm área útil de 288 m2, 36 m2, 9 m2, localizadas na área dos pavilhões e no entorno dos espaços onde acontecem os julgamentos dos animais, mais os localizados na área dos shows, com 16 m2, 25 m2, 9m2 e 12,5 m2.

Em 2ª fase de inquérito sobre chacina no presídio, polícia investiga entrada de armas e droga



A Polícia Civil já concluiu a primeira etapa do inquérito sobre a rebelião do Conjunto Penal de Feira de Santana ocorrido no dia 24 de maio deste ano e que resultou na morte de nove detentos da unidade. A partir de agora, na segunda etapa, a polícia busca identificar os responsáveis por facilitar a entrada de armas, drogas e outros itens ilegais no presídio.

“A segunda etapa é tão importante quanto à primeira. Apesar das dificuldades, tenho certeza que vamos chegar aos responsáveis pelo ato de facilitar a entrada de drogas e armas. Não existe outra possibilidade, outro raciocínio, que possa explicar o fato de dezenas de facas, armas e munições, além de entorpecentes para uso dos detentos, terem entrado nessa quantidade, a não ser, no mínimo, com a ajuda de agentes do estado”, afirmou o delegado João Rodrigo Uzzum, coordenador regional de Polícia (1ª Coorpin), que presidiu o inquérito de mais de 450 páginas elaborado em força-tarefa entre delegados da coordenadoria.

Leia também: Veja como ficou o pavilhão 10 após a rebelião no presídio de Feira

Na fase inicial, o inquérito identificou todos os mandantes do crime e os detentos que executaram a determinação dos mentores. Também foram expedidos 19 mandados de prisões e o pedido de transferência dos responsáveis pela chacina para o Presídio de Segurança Máxima de Serrinha.



“Dentre as prisões preventivas está a do mandante da chacina, que é o traficante de vulgo Rafael, que encontra-se atualmente foragido. Solicitamos a inclusão desse elemento no baralho do crime para facilitar sua captura”, informou João Uzzum, que disse também o que causou o motim:

“A rebelião foi provocada por disputa pelo tráfico de drogas, dentro do prédio. O indivíduo de alcunha Aroldinho controlava todo o tráfico de entorpecentes dentro do presídio em todos os pavilhões agaranhando uma grande quantidade de dinheiro e entrou em disputa com Rafael, que já foi seu comparsa. Eles inclusive já foram presos por terem roubado juntos um banco há alguns anos na cidade de Utinga, depois eles se distanciaram e brigaram em razão do tráfico de drogas. Rafael quer dominar o trafico dentro dos presídios, ele faz parte da facção criminosa intitulada Caveiras, e representa essa facção em Feira de Santana. Ele queria dominar o tráfico no presídio, mas Aroldinho não permitiu e isso culminou na chacina que nos deparamos ai”, detalhou o delegado.

Um dos mortos foi Alisson Rodrigues Oliveira, acusado de ter mandado matar o adolescente Gabriel, que foi torturando, degolado e teve escrito com faca nas costas a sigla AL. Segundo o delegado, Alisson foi morto por que era um dos seguidores de Aroldinho e foi determinado por Rafael, mentor da chacina, que ele fosse morto por causa da aproximação dele com o rival. “Certamente Rafael queria que estivessem mortas todas as pessoas ligadas a Aroldinho. Rafael está sendo procurado e a polícia acredita que ele continua comandando o tráfico, através desta facção que domina diversos pontos de drogas em Feira de Santana e em Salvador, na área de Itapoã. Não acredito que atualmente ele esteja em Feira”, disse.

O coordenador regional de polícia destacou em entrevista ao Acorda Cidade que a integração entre a polícia civil, o Ministério Público, o Poder Judiciário, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e a Polícia Militar, que ajudou bastante tanto durante a rebelião quanto depois, passando informações, resultou na conclusão de um inquérito bastante consistente e muito bem elaborado.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Pablo quer aprovação do Plano Municipal de Cultura e do projeto que institui o “Bilhete Único”



O vereador Pablo Roberto (PMDB), durante entrevista à TV Câmara, fez um balanço positivo da sua atuação no primeiro semestre deste ano na Casa da Cidadania, enfatizando a apresentação de projetos e a discussão de temas de interesse social.

“A avaliação foi muita positiva, foi um semestre em que a Câmara Municipal produziu muito; o nosso mandato teve a oportunidade de apresentar, ao longo desses seis meses, muitos projetos, muitos debates, através de audiências públicas, seminários e sessões especiais”, informou o peemedebista.

Com relação ao segundo semestre de 2015, Pablo disse que anseia, principalmente pela aprovação do projeto de lei, de sua autoria, que institui o Bilhete Único nos serviços de transporte coletivo no município de Feira de Santana, e do Plano Municipal de Cultura, de iniciativa do Poder Executivo Municipal.

O Plano Municipal de Cultura é um documento formal que representa a política de gestão cultural da cidade, com a finalidade de planejar programas, projetos e ações culturais que valorizem, reconheçam e promovam a diversidade cultural existente no município.

“Nós estamos aguardando que o Executivo, através do prefeito, mande o Plano para a Câmara, a fim de que nós todos possamos aqui fazer a discussão, que é importante para a cidade. A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer tem que sair de um atual formato, onde apenas gerencia alguns eventos, para fazer, realmente, que o debate de cultura aconteça na cidade, e isso, é claro, passa pela aprovação do Plano Municipal de Cultura”, ressaltou.